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Estou apaixonada, mas tenho vergonha de apresentá-lo pra família/amigos!


Vamos começar pelo significado da palavra vergonha, segundo dicionário online, “Ato de vexatório, que humilha, desonra; humilhação: perder assim é uma vergonha. Insegurança efetivada pelo medo do julgamento alheio; decoro”.

Tudo estava lindo, perfeito, você e ele apaixonados, combinam em alguns valores (Criatividade, Inovação, Auto-realização, Amor, Aprendizado, Contínuo, Perspectiva, Perseverança,            Integridade,            Entusiasmo, Cidadania, Compaixão,      Inteligência, Perdão,          Igualdade,     Liderança, Prudência, Humildade,     Humanidade, Gratidão,    Autocontrole, Admiração, Humor, Otimismo,            Esperança, Espiritualidade,          Visão de Futuro, Reconhecimento,        Respeito,            Honestidade, Ética,            Amizade e     Lealdade).

Só que não, você começa a ter mais intimidade com o boy e vai descobrindo coisas da vida dele que não tinham sido dito como agora, bate uma insegurança, um buraco se abre entre você e ele.

Vem uma vergonha gigante rondando sua vida, seus pensamentos, você se faz questionamentos se todos vão gostar dele, afinal ele não é tão bonito fisicamente, você sente que ele pode não estar a sua altura.

Sente medo, mais insegurança, “o que será que eles vão achar”, “o que será que eles vão dizer sobre meu novo namorado?”.

Passa pela sua cabeça, “não vai dar certo, minha família não vai aprová-lo”, “meus amigos não vão gostar dele assim”, “estou morrendo de vergonha de apresentar ele, somos diferentes demais”, esses dentre outros são pensamentos automáticos, eles são pensamentos que pipocam na nossa cabeça sem que nos damos conta.

Quando menos percebemos já sentimos emoções (raiva, medo, vergonha, tristeza, alegria, nojo).
O caminho a seguir é sentir algumas reações físicas no nosso corpo, como taquicardia, tremores, dor de barriga, sensação esquisita na região do peito e insônia.


E lá vamos nós nos comportando baseado em um pensamento automático que não necessariamente é verdade, geralmente não são. Exatamente como as historinhas que criamos na nossa cabeça sobre ansiedade, e se isso e se aquilo, e todas essas histórias que criamos 99% não se concretizam, é só antecipação.

Toda vez que identificamos esses pensamentos automáticos e fazemos uma confrontação com eles, conseguimos enfraquecê-los.

Será que é verdade esse meu pensamento?

Será que os outros estão vendo a mesma coisa que eu?

Será que estão sentindo as mesmas emoções que eu diante dessa situação?

Será que me comportar assim é a melhor solução?

Será que a melhor solução é enfrentar a situação e ver no que vai dar? E se todos gostarem do rapaz?


Se você sente vergonha, isso diz mais a respeito de si, quando você não está inteira com a sua autoestima (visão de si mesma, visão do futuro e visão do mundo).

O quanto você não se banca, independente do que os outros vão achar, afinal de contas eles não trabalham por você, não pagam as suas contas.

Quando você se sente insegura e cheia desses questionamentos, é porque você não acredita em si o suficiente, não está se gostando como deveria e principalmente respeitando o seu momento, o que os outros vão pensar é problema deles, você não é obrigada a ter aprovação de sua família e amigos para namorar alguém.

Geralmente acontece muito a família gostar por demais do seu atual namorado e o romance já desceu ladeira a baixo, mas por ele ser tão querido, você fica cheia de dedos pra terminar e seguir em frente.

Autoestima funciona exatamente assim quando você se banca você escolhe um vestido que te agrada e quando alguém diz que está feio, não combina com você ou não curtiu a cor ou o modelo, você simplesmente sorri, dá de ombros e segue a vida, afinal de contas está amando estar com esse vestido.

Também ocorre com corte e cor de cabelo, com escolhas profissionais, não é porque todo mundo na sua família trabalha na empresa da família e você sente que gosta de outro tipo de trabalho deve ficar infeliz e grudada na sua família.

A vergonha vem dos pensamentos “eu sou”, “eu acho que não deveria Ser” assim ou fazer essas escolhas. Você fica imaginando o julgamento dos outros, mesmo não tenho nenhum julgamento marcado!


Quando você fica como um disco riscado (repetindo várias vezes às mesmas coisas na cabeça), tipo, “não vai dar certo, ele não é suficiente pra mim”, “os meus vão achar que ele não é bom o bastante para mim”.

Isso quando você não pensa o contrário, que ele é demais pra ti, que você não merece alguém com ele, certeza que vai dar mer.., você vai se comportar de formas que vai levar o relacionamento para o final.

Você vai se comportando na direção para que a relação não dê certo mesmo, vai criando ranço das pequenas coisas que ele faz, vai focando somente nas coisas negativas, afinal de contas ninguém é perfeito e quando menos pensa, seu relacionamento foi por água abaixo.
O que essa insegurança diz sobre você?

Por que você precisa do aval e aprovação da sua família/amigos? Afinal de contas quem mesmo está namorando o boy?

Você precisa causar e passar uma boa impressão dele? Por quê?

Se você sente vergonha dele, o quanto sente de si mesma? Quanto tempo passa ocupada pensando no que os outros estão pensando sobre você?

Perguntas para muitas reflexões e autoconhecimento.

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Falando sobre sexo com o parceiro...

Que falta comunicação assertiva nos relacionamentos interpessoais é muito claro, percebo que as pessoas se relacionam, conversam, mas tem muita dificuldade de se entender.

Grande parte dos conflitos em casa, no trabalho e nos relacionamentos amorosos vem dai, falta de comunicação assertiva.

Mas o que é essa tal comunicação assertiva? Como fazer se entender?

Quando você quer a blusa amarela e alguém pergunta qual você quer, a verde ou a amarela e você responde tanto faz, e o outro escolhe a verde, você fica muito chateada com o outro, mas na verdade a chateação deve ser consigo mesmo que teve a oportunidade de escolher e disse “tanto faz”, “você quem sabe” ou “escolhe você”.

Fica muito difícil conviver com pessoas que não dizem o que querem. E vivem reclamando das coisas que lhe acontecem, justamente porque nunca expressam suas vontades/desejos.

Como em um relacionamento são duas pessoas diferentes, que nascerem em famílias com histórias diferentes, culturas e costumes que não tem nada a ver um com o outro. Ter e manter um relacionamento é preciso muita conversa e companheirismo.

Se você não se conhece como pode mostrar-se para que o outro te conheça?

Ideal que você prepare um ambiente agradável e mantenha sempre conversas agradáveis com o parceiro.

Como você gosta de ser tratada, onde, tudo que dê mais pistas para encontrar o tesouro que é você Mulher!



Para você responder e seu parceiro também:

1. Quais são as 5 pessoas que você considera que são importantes para você?

2. Qual foi o momento que passamos juntos mais marcantes para você?

3. O que você deseja realizar comigo?

4. Você gosta de sair comigo em público? Como você se sente?

5. O que eu posso fazer de diferente para a nossa relação?

6. O que você pode fazer de diferente para a nossa relação?

7. Como posso aumentar seu desejo por mim?

8. O que você espera de mim nesta relação?

9. Como você espera ser elogiado por mim?

10. Qual é a melhor hora ou momento que você gosta de transar?

11. O que você acredita que pode melhorar na nossa vida sexual?(Cite ao menos 3 coisas)

12. O que você está disposto a mudar?


13. O que você acredita que é a nossa maior cumplicidade como casal?

14. O que você acredita que está faltando e tinha no inicio do nosso relacionamento e não tem mais?

15. Você consegue descrever momentos em que vivemos cheios de entusiasmo?

16. O que chamou a atenção em mim quando você me viu pela primeira vez? Ainda continua chamando a atenção?

17. Você faz ideia de como somos vistos pelos outros como casal?

18. Quando você pensou em fazer algo diferente para me agradar? Agradou ou não? Você sabe quais são as coisas que me agradam?

19. O que você acredita que nos afasta como casal?

20. Quais são os pontos fracos da nossa relação?

21. Quais são os pontos positivos da nossa relação?

22. O que podemos manter?

23. O que podemos mudar?

A ideia é que ambos respondam as perguntas, olhando nos olhos, sendo sincero, apreciando esse momento para que o conhecimento a respeito do outro possa ser verdadeiro e possível.

Toda vez que conversamos e sabemos nos comunicar seja com quem for é como construir uma ponte, essa ponte nos leva até o outro, uma porta aberta para que possamos ser bem recebidos.



Dica de filmes:

Namorados Para Sempre

Minhas Mães e Meu Pai

Longe Dela

500 Dias Com Ela

Tudo Pode Dar Certo

Distante Nós Vamos

Minha Vida Sem Mim






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Nem tudo é Ansiedade!

Essa é uma história verídica.

Quando eu era pequena eu ficava “nervosa” e fazia uns gestos com os braços, era como torcer os braços. Fiz muito isso, nunca entendi o porquê... Ouvi muito é “manha”.

Sempre ficava preocupada com as coisas, com medo de outras, nunca imaginava que era ansiedade.

Na quase reta final da faculdade em 2006, quando eu via a mãe de uma modelo que acabava de morrer por não conseguir comer, eu entendia o que a mãe dizia e a modelo sentia, a mãe dizia, você tem que comer... Como se fosse fácil!

Mas eu sabia que não era tão simples assim, eu estava numa batalha de quase trinta dias sem comer direito, líquidos desciam bem, duas ou três mordidas ou garfadas na comida.

Era mais ou menos assim, a comida ficava enrolando na boca e quando eu tentava engolir, não descia e dava uma vontade de vomitar.

E esse episódio acabou com cinco minutos de conversa depois de uma aula fenomenal com um professor maravilhoso. Se o que eu estava dizendo para ele era o que ele estava imaginando, existia alguma situação que eu não estava querendo “engolir” e eu estava dizendo com o corpo, com essa dificuldade de engolir que não iria aceitar aquela situação... Tinha, tanto que depois disso voltei para casa e consegui comer...

Depois se eu ficava preocupada com alguma situação, problema ou alguém próximo que estava passando por alguma dificuldade, eu também ficava tão tensa que não conseguia comer.

Também sentia isso que eu não sabia que era ansiedade quando tinha problemas no namoro, no trabalho ou com amigos.

Depois de um assalto a mão armada eu também passei alguns dias sem comer, uns quatro meses em pânico, tinha medo de gente na rua, qualquer pessoa perto eu já ficava tensa, coração disparava e as pernas ficavam “bambas”, eu me questionava: “como vou viver com medo das pessoas?”.


Eu sempre ficava muito ansiosa diante de situações novas, com mil pensamentos, mas nunca liguei todos esses “sinais” com a ansiedade.

Daí eu fico pensando, se na minha vida foi difícil entender tudo isso como ansiedade, logo eu que sou psicóloga e vivo lendo e estudando sobre o tema. Imagina como deve ser difícil para as pessoas que não fazem nem ideia do que é ansiedade.

Hoje eu me considero uma ansiosa controlada, aprendi a respirar, a meditar, a desacelerar, a buscar uma vida mais zen, fazer uma coisa por vez e o mais importante “cortar” pensamentos ansiosos e catastróficos. Faço terapia já tem muitos anos...

Mas isso não quer dizer que às vezes eu me engane. No final de 2016 eu acordei indisposta, sem vontade de comer, e tudo que eu comia eu tinha vontade de vomitar. Como eu já sabia como lidar com essa dificuldade alimentar, comecei a tomar suco, água de coco, danone, tudo que era liquido descia facilmente.

Fiquei assim por quatro dias, até que fui ao médico e descobri que estava com uma alergia na garganta, por isso, tudo que tentava engolir dava vontade de vomitar... Era algo físico, não era ansiedade, pensando bem eu não tinha nenhum dos sintomas clássicos da ansiedade... Mas só me dei conta disso depois do aval do médico... Parece até piada, mas não é.

Eu já briguei muito com essa questão alimentar, muita gente diz que quando está nervoso, come sem parar, eu sempre fui o contrário, preocupada, nervosa eu não conseguia comer.

Como muitas vezes parece clichê tudo ser ansiedade ou depressão é como se a gente fosse carimbado e está tudo ok. Eu sou o diagnóstico e pronto. Me declaro ansiosa e ponto final. Nada mais pode ser outra coisa qualquer.

Mas é justamente ai que nós nos enganamos. Principalmente nós mulheres que vivemos brigando com o peso, com os hormônios, que passamos muitas horas dentro de um escritório sem ver a cara do sol.

Pode ser um desequilíbrio hormonal. Pode ser falta de vitamina D, que geralmente leva a uma depressão e outras sensações no corpo. Pode ser alterações no útero. Pode ser uma garganta inflamada. Pode ser uma tireoide alterada. Pode ser tantas coisas e não ser ansiedade ou depressão.

Por isso vou bater na mesma tecla e repetir o que sempre peço para as pacientes do consultório. Faça exames regulares. Faça exames de rotina. Vamos descartar algo físico ou não.

Faça atividade física pelo menos duas vezes na semana. Mesmo que seja uma caminhada de 30 minutos a uma hora.

Faça suas refeições atenta a comida, ao sabor, a temperatura, ao cheiro, sem celular, televisão e afins.

Faça uma pausa para relaxar e ouvir uma música clássica, quem me conhece sabe que amo, e que esse tipo de música relaxa nosso corpo.

Faça rotina conversas sem compromissos com amigos, coisas que não falem de trabalho ou problemas, dê muitas risadas.

Faça o dia do namoro, sim, mulheres, casadas com filhos, que trabalham fora, muitas vezes deixam o relacionamento de lado, para dar conta dessa rotina cheia de afazeres e esquece a si e o parceiro. Curta o parceiro, converse com ele, vá ao cinema, ao parque, fique ambos sozinhos, sem filhos e preocupações, namorem bastante. Deixe as crianças com os tios, avós ou com alguém que possa cuidar para vocês namorarem. 

Deixar as crianças com familiares é bom para ambos e isso não quer dizer que você é uma péssima mãe!

Faça ioga, medicação, dança, academia, aula de pintura, crochê ou tricô, artesanato, faça algo que seja por você.

Faça a unha, o cabelo, massagem e tudo que você tem direito, afinal de contas você trabalha tanto para quê?

O que é ansiedade segundo o DSM-5(MANUAL DIAGNÓSTICO E ESTATÍSTICO DE TRANSTORNOS MENTAIS)

 “Transtorno de Ansiedade Generalizada - Critérios Diagnósticos 300.02 (F41.1)

A.  Ansiedade e preocupação excessivas (expectativa apreensiva), ocorrendo na maioria dos dias por pelo menos seis meses, com diversos eventos ou atividades (tais como desempenho escolar ou profissional).

B.  O indivíduo considera difícil controlar a preocupação.

C.  A ansiedade e a preocupação estão associadas com três (ou mais) dos seguintes seis sintomas (com pelo menos alguns deles presentes na maioria dos dias nos últimos seis meses). Nota: Apenas um item é exigido para crianças.

1.  Inquietação ou sensação de estar com os nervos à flor da pele.
2.  Fatigabilidade.
3.  Dificuldade em concentrar-se ou sensações de “branco” na mente.
4.  Irritabilidade.
5.  Tensão muscular.
6.  Perturbação do sono (dificuldade em conciliar ou manter o sono, ou sono insatisfatório e inquieto).

D.  A ansiedade, a preocupação ou os sintomas físicos causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social, profissional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.

E.  A perturbação não se deve aos efeitos fisiológicos de uma substância (p. ex., droga de abuso, medicamento) ou a outra condição médica (p. ex., hipertireoidismo).”

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Sou Mulher, estou cansada de ser autossuficiente!

Quantas vezes você já perdeu a paciência e cometeu um ato de loucura?

Como um grito, surtou por algo que parecia mínimo para os outros, mas para você mulher era demais.

Quantas vezes você já pensou:

“Eu não aguento mais, faço tudo sozinha”.

“Estou cansada ninguém me ajuda com as demandas de casa”.

“Ninguém vê que estou no meu limite”.

“Será que ele não percebe que eu resolvo tudo em casa?”.

“Não aguento mais ouvir meu nome, alguém me chamando, principalmente para contar mais e mais problemas”.

“Sinto-me esgotada, desejo uma semana sozinha numa ilha deserta!”.

Quantas vezes você desejou chegar a casa e ter um ombros amigo, um ouvido que te escute sem julgamentos, sem questionar ou simplesmente querer dar milhões de soluções para os problemas?

Mas afinal o que é ser autossuficiente?

São todas as pessoas que fazem tudo sozinhas, que muitas vezes são controladoras. Que não têm paciência de esperar o tempo de o outro fazer.

Muitas vezes tomam a frente de tudo, fazem tudo sozinhas, não dando a chance para que o outro faça também.
São aquelas mulheres que acham que do seu jeito é perfeito, só elas sabem fazer bem, os outros não fazem nada certo ou tão perfeito como elas.

Também são as mulheres que passam 100% do tempo fazendo tudo pelos outros e nunca cuidam de si.

Sei que você conhece alguém assim na sua vida!!!

Chegamos a frustração quando tentamos controlar tudo e tudo que conseguimos é irritação.

Se o dia tivesse umas 100 horas ainda não seria suficiente para todas as atividades que vamos colocando na nossa agenda.

Cuidamos da casa, dos filhos, do marido, das contas, do gato, do cachorro, do papagaio, do trabalho, ainda ouvimos amigas com problemas, fazemos trabalho voluntário, cuidamos dos clientes, do atendente, nos preocupamos com a moça do café, inclusive com a guerra na síria, com os U.S.A, com a situação do nosso país e fazemos tudo isso com a rapidez da velocidade da luz.

Não vivemos, passamos pela vida como um foguete!

Ao deitar para dormir e descansar, todos os problemas não resolvidos do dia e mais o novos que surgiram pairam na sua cabeça como as ovelhas que você deviria contar para dormir, mas fica acordada ou se dorme, quando  acorda parece que um rolo compressor passou em cima de você sem dó.

Se continuar nesse ritmo você vai explodir como uma panela de pressão.



As dicas são:

Respire fundo, conte até 20, pausadamente.

Permita que os outros façam mesmo que não tão perfeito como você faria.

Mesmo que passe uma semana do seu pedido e o outro ainda não fez, espere.

Ninguém vai fazer se você sempre faz tudo pelos outros.

Peça ajuda sempre, mesmo que você conseguir fazer sozinha.

Divida as tarefas, obrigações e demandas diárias, semanais e mensais.

Tenha um momento só seu. Como cuidar de você ou simplesmente desligar-se do mundo e não fazer nada.

Os outros só vão contribuir se você permitir. Gosto de falar do exemplo do pote de azeitona. Imagino que você sabe abrir um pote sozinha, eu também sei.

Mas peça ajuda mesmo assim, peça para o maridão abrir, traga ela para perto de si. Não peça como uma ordem ou obrigação. Peça com jeitinho. Ele vai sentir-se útil, necessário, querido.

Muitas vezes as pessoas não ajudam, porque você não pede, ou quando percebem você já fez tudo sozinha, como ajudar desse jeito?

Faça isso com todas as suas áreas da sua vida, faça lista de demandas para cada um e vai se desprendendo das mil e umas obrigações que você carrega no colo sozinha.

Lembre-se de nada vale ajudar os outros se você não tem oxigênio nem para si mesma. A primeira a cair é você.

Fortaleça a sua “base”, permita-se sentir linda, maravilhosa, cuide da pessoa mais especial da sua vida, VOCÊ!

Aprenda a dizer “NÃO”, a pessoa pode até ficar chateada com você, mas isso não é um problema seu, entenda seus limites.
Seja sincera, clara e objetiva, “não posso fazer isso por você agora!”.

Dê tempo para ter um hobby, para cuidar de si, fazer uma massagem, yoga ou até mesmo para meditar e relaxar.

Agende essas atividades na sua agenda como algo extremamente importante.

Permita-se aproveitar a vida, ser feliz, cuidar de si mesma, viver a vida só em função dos outros não dá! Isso não é vida!

Aceite as coisas como são, as pessoas, o tempo de tudo acontecer. Um bebê leva 9 meses para ser gerado, por que você quer resolver tudo em 24 horas?

Leva mais ou menos uns 12 meses para andar, antes ele precisa engatinhar, tentar ficar em pé, ter equilíbrio, cair e levar várias vezes. Só depois, ele pode correr, pare de esperar que alguém que esteja engatinhando participe da maratona de 15 km de corrida.

Cada um tem o seu jeito, o seu tempo, respeite-os. Relaxe, busque viver mais em paz e feliz, ter sempre razão ou estar certa o tempo todo é muito chato! 

Relaxe, os outros vão sobreviver sem você, vão resolver seus próprios problemas sozinhos, talvez não como você resolveria, mas vão literalmente se virar, você não é o ar que eles respiram.

Vai viver a sua vida!

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