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Diferenças entre Homens e Mulheres!

Você já se perguntou por que homens e mulheres pensam e agem de forma diferente muitas vezes diante da mesma situação?

Quantas vezes você tentou expor seu ponto de vista e o outro do sexo oposto não conseguiu entender?

Quantas vezes houve desentendimento no seu ponto de vista por coisas pequenas e para o outro eram coisas gigantes?

Se a gente for pensar lá no início, homens saiam para caçar e a mulher ficava cuidando da casa, plantações e crianças.

Pensando por esse caminho, os homens são mais fortes, para enfrentar essa rotina, são visuais, pensam muitas vezes rápido buscando soluções, saídas e fica em alerta para proteger a si e sua prole.

Pensando nas atividades da mulher, ela não precisava de muita força e tudo mais que o homem precisava para executar essas ações. Desenvolveu outras habilidades.

E imagino que dessa forma nosso cérebro foi se desenvolvendo. As mulheres são mais emocionais, passionais, tem esse senso e espirito de cuidar.


Os homens acabam sendo mais o provedor, o protetor, a pessoa que vai buscar fora a comida, o sustento para essa mulher e filhos e família.

Porém ao longo dos anos, esse modelo foi ficando inviável, quando as mulheres foram buscar um lugar ao sol no mercado de trabalho, inclusive para dar conta do orçamento familiar, vivemos num mundo capitalista.

Imagino que para o homem não teve tantas mudanças, ele que já trabalhava fora, buscando manter a ordem das coisas. Mas para a mulher, além de trabalhar fora, ela com seu espirito cuidadoso, pegando toda a responsabilidade pra si.

Fico pensando que talvez se fossemos iguais em força e tudo mais, não sei se seria uma combinação boa. Vamos imaginar uma construção de um muro, tijolo e cimento, duro e pastoso, tem toda uma organização, uma vez perguntei pra um tio porque os tijolos do muro não eram um tijolo cima do outro, eu era bem pequena, ele respondeu que era pra não cair.

Imagine um muro só de tijolos? Ou só de cimento? Não é que um completa o outro, é que cada um com o seu potencial faz com que o muro seja muro, cresça e proteja a casa, a empresa, ou seja, lá o que for. Cada um tem habilidade desenvolvida para somar a tarefa do outro.


Não vejo como incompleto, que sou meia e que juntos podemos ser inteiros. Mas que cada um soma e algo maior acontece, no caso do exemplo o muro.

Sempre vão existir diferenças, o homem pela força e a mulher pela “delicadeza”, não estou generalizando, ou defendendo nenhuma causa.

Existem muitas mulheres machas sim, senhor... tem até música... “paraíba masculina mulher macho sim senhor”.
A forma com que somos criados e educados por nossas mães e famílias, faz também toda a diferença.

Quantas vezes você escutou que menino não pode chorar?
Que menina não senta de perna aberta, ou não pode dar risada alta?

As emoções quando não trabalhadas desde a nossa infância, acaba moldando a gente de uma forma diferente.

Se estiver tendo um jogo e alguma menina se machuca, para-se tudo para todas ir ver o que ocorreu se for o contrário, os meninos querem que quem se machucou saia logo de campo para recomeçar, quem fala muito sobre isso é o autor Daniel Goleman, baseado no livro inteligência emocional, esse exemplo é do livro dele.

Independente de força e não, de todas as diferenças o que eu vejo que é mais importante, é que não existe melhor nem pior, cada um é dotado de suas capacidades e habilidades e que juntos podemos ir longe.

Precisamos entender as necessidades e capacidades do outro e respeitar. Não é porque eu sou mais forte que eu vou sair batendo, não é por que eu sou mais sensível que eu vou me colocar numa postura sempre de vítima, mesmo quando estou errada.


Podemos usar o que cada um tem de diferente ou até em comum e junto construir algo para que ambos sejam muito mais felizes.

Sempre que existe uma comunicação assertiva no relacionamento entre homem e mulher, ambos ganham, nem sempre seremos atendidos no que queremos, mas podemos aceitar negociar e pensar em outros planos e ideias.

"O homem é a mais elevada das criaturas;
a mulher, o mais sublime dos ideais.
Deus fez para o homem um trono;
para a mulher fez um altar.
O trono exalta e o altar santifica.
O homem é cérebro; a mulher, coração.
O cérebro produz a luz;
o coração produz amor.
A luz fecunda; o amor ressuscita.
O homem é o gênio, a mulher o anjo.
O gênio é
imensurável; o anjo é indefinível.
A aspiração do homem é a suprema gloria;
a aspiração da
mulher é a virtude extrema.
A gloria promove a grandeza e a virtude, a divindade.
O homem tem a supremacia;
a mulher, a preferência. A
supremacia significa forca;
a preferência representa o direito.
O homem é forte pela razão;
a mulher invencível pelas lágrimas.
A razão convence e as lágrimas comovem.
O homem é capaz de todos os heroísmos;
a mulher, de
todos os martírios.
O heroísmo enobrece e o martírio purifica.
O homem pensa e a mulher sonha.
Pensar é ter uma palavra no cérebro;
sonhar é ter na fronte uma auréola.
O homem é a águia que voa;
a mulher, o rouxinol que canta.
Voar é dominar o espaço
e cantar é conquistar a alma.
Enfim, o homem esta colocado onde termina a terra; a mulher, onde começa o céu".
Autor: Victor Hugo

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Beijocas
ઇઉ Sissa Geller|Silvana Souza de Sá
Psicóloga|CRP 06/90506

  


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E se não tiver a próxima vez?

Agarre as oportunidades da sua vida!

Quantas vezes você já disse pra si mesmo, dá próxima vez eu faço diferente, eu acerto! Será que vai ter uma próxima vez?

Mas como dizia Renato Russo: “E a primeira vez, é sempre a última chance... – Teatro dos vampiros”.

Quanta oportunidade desperdiçou quando estamos justo ali agarrado ao medo, a todas as incertezas e inseguranças da vida?

O medo não reduz o medo não se desfaz, não perdemos o medo, a máxima da vida é ir com medo mesmo, tememos, suamos frio, dá frio na barriga, dá dor de barriga e vamos juntos com tudo isso.

Ainda lembro-me da minha primeira apresentação de dança no teatro, após os incidentes do ensaio geral no teatro(taças quebradas), passei o dia inteiro com frio, os pés gelados, a barriga parecia uma geleira, sem vontade de comer. Dancei com tudo isso e com o medo mesmo.

Precisamos de algumas doses de audácia pura e sermos destemidos para enfrentar as situações diárias da vida ainda desconhecidas por nós.

Enfrentar as situações que nos faz temer faz com que vamos criando mais habilidades em lidar com as questões da vida.

Uma vez uma moça ficou de olho em um rapaz dentro do vagão do metrô, ele também correspondia o seu olhar, ela olhou em suas mãos e ele estava segurando um livro que ela já tinha lido e gostado. Ficou imaginando conversas em sua cabeça com esse rapaz, quando se deu por si, o sinal da porta do metrô estava tocando o rapaz saiu e ela nunca vai o viu.


Quem nunca perdeu oportunidades de trabalho melhor por não estar qualificado e você foi adiando fazer cursos de atualização, depois eu faço, amanhã eu vejo, ainda tem muito tempo e quando chega a oportunidade você não está preparado.

Estudar para uma prova, vestibular ou concurso público, que será só daqui a 1 ano, nossa ainda tenho muito tempo. Quando percebe está em cima da hora da prova e você não estudou nem 10% de tudo que precisava estudar. Passa alguns anos e encontra um amigo que fez a mesma prova que você e passou, repara que perdeu um monte de coisas por não ter estudado.

Convite para viajar e conhecer um lugar novo? Muitas vezes as pessoas ganham as passagens e mesmo assim arrumam uma desculpa para não ir. Ficam presas ao medo, ou por não saber falar a língua local ou por não ter inglês fluente...

Eu estava de olho em umas xícaras que vi em uma loja, como tinha muitas pra vender eu pensei depois eu compro, era um modelo bem diferente e eu confesso que gosto de coisas diferentes. Um mês depois eu voltei pra comprar e fiquei pasma, não tinha uma pra contar história. Devia ter mais de 100 canecas quando eu vi pela primeira vez.

Eu sempre falo que as oportunidades só aparecem para quem está no caminho fazendo a caminhada, se você continuar sentando esperando algo mágico cair do céu, dificilmente terá oportunidades.

Como perceber os sinais? Como reconhecer uma oportunidade? Como decidir entre tantas opções, sim geralmente temos pontos de decisões e escolhas.

Lembrando que oportunidades são únicas. Existem momentos que sempre se repetem ou são únicos, exemplo: vou à festinha mensal do clube ou no casamento de uma amiga. A festinha tem todo mês, o casamento da sua amiga não. O que você escolheria?

O que é mais importante ou  prioridade para você? Por que você vai perder uma oportunidade com algo que não é importante? O trabalho dos sonhos por uma viagem que você nunca quis fazer, mas porque é de graça não quer perder?

"Já ancorado na Antártida, ouvi ruídos que pareciam de fritura. Pensei: Será que até aqui existem chineses fritando pastéis?? Eram cristais de água doce congelada que faziam aquele som quando entravam em contato com a água salgada. O efeito visual era belíssimo. Pensei em fotografar, mas falei para mim mesmo:- Calma, você terá muito tempo para isso... Nos 367 dias que se seguiram o fenômeno não se repetiu. Algumas oportunidades são únicas." 
Como diz o Dalai Lama: "Só existem dois dias no ano em que nada pode ser feito. Um se chama "Ontem" e o outro "Amanhã", portanto HOJE é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver". Amir Klink

Agarrar as oportunidades também é largar o que te faz mal, se livrar, às vezes a gente perde dinheiro, bens matérias, mas ganha a liberdade, quantas vezes você já se viu num beco sem saída e não viu as oportunidades para sair dessa?

Quantas oportunidades você já perdeu?

Quantas mais você quer agarrar agora?

Reflexão: A enchente


Reflexão: Ainda há tempo

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Você vai ficar pra titia!?


Quem nunca ouviu essa pergunta depois dos 30 anos?

A vida parece mais um álbum de figuras e não é da copa que ocorre de 4 em 4 anos. Você deve colar todas as “figurinhas” das coisas que você já fez e quer fazer. Mas a sensação que passa é que você “tem que” seguir algumas etapas com data e hora marcada. Exatamente como a escala de desenvolvimento das crianças que vão ao pediatra.

É preciso fazer x coisas com x meses, estar dentro da faixa de “normalidade”. Agora eu te pergunto o que é normal? As meninas que ainda casam-se aos 8 anos na Índia ou as mulheres que escolheram estudar, trabalhar, conquistar seu próprio dinheiro, dirigir seu carro, viajar sozinha ou com amigos ou morar sozinha?

Diz-me o que está de errado nesta história? Imagino que Renato Russo estava certo: “Nos deram espelhos e vimos um mundo doente, tentei chorar e não consegui...”.

“Eu fiquei triste, quando ouvi que estava ficando para titia, deu uma sensação de vazio, de diferente, por que não sou igual a tanta gente”, quando eu ouvi esse tipo de fala, confesso que não me importei, eu no auge dos meus 37 anos, solteira, sem filhos vivendo uma história que eu não imaginei quando tinha 16 anos.

Aos 16 eu imaginava que casaria aos 26 anos, teria o primeiro filho aos 28, o segundo aos 30 e pasmem o terceiro aos 32! Ainda bem que tantas coisas aconteceram bem diferentes do que eu planejava aos 16 anos. Ufa!!! Talvez eu teria sido muito feliz com essa família de como manda o figuro... Mas confesso que eu também sou muito feliz hoje, como sou.

Não tenho nada contra o casamento, conheço muita gente que é casada e feliz, que tem filhos e feliz, que vive um casamento de sonhos, outros só vivem de aparências, conheço gente que é casado e não tem filhos humanos, mas tem cachorros ou gatos. Também tem um montão de gente que mora só, mas nunca está sozinho, e decidiu não casar e também é muito feliz.

Cada um sabe o tamanho da sua felicidade ou não, pelo menos tenta, mas não é só feliz quem segue o fluxo ou as regras da sociedade, também não está escrito em nenhum lugar que você é obrigado, que deve seguir uma fila e fazer o mesmo sem questionar ou buscar a sua felicidade.

Confesso que não escuto essa pergunta com frequência se eu não vou casar e querer ter filhos, geralmente acontece mais em grandes eventos em família que vai aparecendo a nova geração casada e com filhos.

Somos a história que vamos construindo desde o nosso nascimento, falo muito isso pra explicar como se constrói a autoestima, ela nasce e cresce desde a infância, com todas as experiências que vivemos, boas, ruis, com os adultos, com os medos e superações.


Talvez mesmo sem querer os adultos acabe se comportando de um jeito e dizendo outras coisas e nos vamos sentindo meio que abandonados, fracassados ou não amados. Foi exatamente assim que percebi a irmã do “Auggie Pullman” no filme Extraordinário. Não foi por intensão dos pais, mas toda a atenção estava no filho que nasceu com uma questão rara que transforma seu rosto.

Quem nunca se sentiu sozinho bem no meio da multidão? Solidão, abandono, rejeição, tristeza e tantas outras palavras e emoções, talvez a gente nunca se dessa conta do que estávamos sentindo, pensando, mas acabava demonstrando essas emoções em comportamentos, agressivos, isolamento, foco em algo tipo estudar muito, trabalhar demais.

Muitas vezes a gente não se dá conta de todos os pensamentos que passam pela nossa cabeça, quando alguém pergunta: “E você ainda não casou? Está ficando velha, o tempo está passando pra você, logo não poderá ter mais filhos”.

Não nós damos por si, quando estamos rodeados de gente casada e com filhos, tipo perdido no meio do mar, sem coletes salvas vidas, sem saber nadar e rodeada por tubarões. Talvez seja essa a sensação!

Não sabemos lidar com isso ainda, porque estamos presos a crenças de que devemos seguir “regras”, afinal de contas vivemos em sociedade, mas será que devemos seguir todas as regras?

Sentimos mal, por não ter casado, por não ter filhos, por não saber responder essa pergunta, por ser diferente dos outros que estão perguntando e ouvindo. Essa é mesmo uma maldita comparação, ficamos nos comparando com os outros, com o que eles são, mesmo sabendo que cada um trilha um caminho diferente. Cada escolha faz uma renúncia, só temos duas mãos e para segurar uma terceira coisa devemos abrir mão de uma das duas que já seguramos.

Crescer implica justamente isso, lidar com as responsabilidades da vida que não temos quando crianças deixaram lá no passado as coisas de criança.

É ruim lidar com algo que literalmente não somos preparados para enfrentar, sair da fila, não ir pelo caminho já percorrido pelos outros, para de seguir “o mestre”, ou seja, lá quem for.

Sabe aquele discurso: porque na minha família todo mundo é assim, casou cedo, tiveram dois filhos, todo mundo sofre de dor no estômago, ou sei lá o que.

Porque eu tenho que ser como na minha família, porque eu tenho que ser como meus amigos? Se nem meus dedos das mãos ou dos pés são iguais!


Porque eu tenho que fazer as coisas que não quero só pra ser aceito? Só pra ser chamado na festinha das crianças, afinal de contas só vai em festa de crianças pessoas que tem filhos!?
Algumas pessoas são excluídas dos seus antigos ciclos de amizades porque não tem o estado civil: “casado” e filhos.

Bate aquela sensação de fracasso, não estou atingindo as expectativas dos outros. Sou do contra. Como se eu fosse incapaz de amar ou ser amado. Bate tão fundo essas sensações que chega a doer de verdade. Dor real.

Parece que eu nunca vou ser amado, que não mereço amor, é isso não casei porque não sou digno de ser amado e amar. Mesmo que eu faça coisas brilhantes em outras áreas se eu não casar é como se eu estivesse passando um atestado, não fui escolhida, sobrei (triste).

Deixando a certeza de que estamos mais perdidos que cegos em tiroteio ou como peixes fora d’água, vamos sufocando por dentro, parece que o mundo é cruel e isso tudo vai reforçando as nossas certezas, fracassamos em algum momento da nossa vida.

“Sou fracassada”, “Ninguém gosta de mim”, “Não sou digna de ser amada”, “Talvez só quando alguém me amar de verdade”, “Bate uma vontade forte de chorar”, “Sumir da cena e aparecer em outro lugar”.

Parece o fim do posso, que vai gerando mais angústia, bate uma irritação como se você estive correndo dentro de areia movediça.

O medo de ficar só e não ter vivido uma vida inteira imaginada, sonhada e reforça com os contos de fadas.

E aí eu te pergunto, mas você é feliz? “Perguntam se já formou, se já casou, se já tem filhos? Como se a vida fosse uma lista de compras. Ninguém pergunta se você é feliz?”

É justamente isso que eu desejo que todos os dias você escreva 3 coisas das quais foi feliz naquele dia, faça uma lista! Desejo que a intensidade da sua lista seja viver cada dia como se fosse ontem e Faça a sua vida valer a pena!


“Para as coisas importantes, nunca é tarde demais, ou no meu caso, muito cedo, para sermos quem queremos. Não há um limite de tempo, comece quando quiser. Você pode mudar ou não. Não há regras. Podemos fazer o melhor ou o pior. Espero que você faça o melhor. Espero que veja as coisas que a assustam. Espero que sinta coisas que nunca sentiu antes. Espero que conheça pessoas com diferentes opiniões. Espero que viva uma vida da qual se orgulhe. Se você achar que não tem, espero que tenha a força para começar novamente.” O Curioso Caso de Benjamin Button.


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O que Sex and the city pode nos ensinar?


Apesar de a série ter sido gravada há exatos vinte anos, ela é muito atual, ela fala de mulheres, mulheres solteiras, com filhos, de relacionamentos, sexo, amizades, homens e questões que muitas de nós já nos perguntamos e não achamos a resposta ou se achamos ficamos ainda na dúvida.

Vivemos em um mundo atual globalizado, onde um Iphone é símbolo de status e poder, mesmo que eu não tenha nada para comer, mas tenho fotos magníficas em frente ao espelho mostrando meu modelo mais caro do mercado, não tenho nada contra quem faz isso e sente-se feliz assim.

Mas do que adianta ter um celular de última geração se as pessoas não sabem se comunicar?

Comunicação assertiva é algo raro, as pessoas têm dificuldades de expor suas opiniões, gostos e vontades, ainda acreditam que as pessoas tem uma bola de cristal e conseguem ler pensamentos e sentimentos. Só que não!

Sim a relação das quatro amigas durante o seriado todo é esse, elas brigam, elas conversam, elas desabafam, elas reconhecem os erros, elas percebem as falhas de comunicação e amizade seguem juntas.

São 4 mulheres expostas as dificuldades de encontrar um relacionamento feliz, um parceiro dos sonhos, conciliar vida familiar, trabalho e amizades.

Relacionamentos são complicados, estamos falando de pessoas que foram criadas em famílias diferentes, com regras, culturas e tudo mais muito particular.

imagem: http://cinepop.com.br

Todos nós somos criados de formas totalmente diferentes, muitas vezes por uma mãe que faz o papel dos dois ou de um pai que também faz o papel dos dois.

O sexo também é abordado de uma forma bem “radical” pela época do seriado, hoje em dia o vemos tão banalizado. Tão qualquer coisa, menos sexo de verdade.

São mulheres com mais de 30 anos vivendo suas aventuras na cidade de Nova York, cheias de dúvidas e sonhos e vão tentando construir e realizar durante os seis anos da série.

Os relacionamentos parecem que são como os eletrodomésticos, são feitos pra não durar, assim a gente compra a versão mais nova e mais cara.

Ter amigos com quem se pode contar faz toda a diferença, falar e falar, escutar e escutar, ser ouvido nos momentos de glória e nos tristes também faz toda a diferença.

Se abrir sem pudor, sem medos e sem críticas do que os outros vão pensar de mim, é muito mágico e libertador. Isso ocorre o tempo todo em Sex and the city!

Poder fazer coisas que os outros talvez não julguem como bom pra ti, mas que você só percebe isso indo lá e fazendo. Pagando o preço, quebrando a cara. Ter colo amigo para voltar quando as coisas não dão certo, é muito sensacional.


A Carrie é a personagem que escreve para a coluna de um jornal semanalmente, falando de relacionamentos, sexo e a cidade de NY, vou dar spoiler tá, na última temporada ela decide ir para Paris com o atual namorado, o antigo aparece novamente na sua vida, eles fazem idas e vindas durantes os seis anos do seriado.

E ela começa a gritar, como se ele soubesse que ela estava finalmente feliz e dai aparece para estragar tudo e ela não ia deixar, estava decidida a ir viver a vida em Paris.

E ela vai e vive a experiência mais estranha, tudo acontece exatamente como ela não imaginava, fica a maior parte só, conhecendo a cidade e explorando um novo mundo sozinha. Não fala a língua fluente e sente-se perdida.

As amigas percebem isso em uma ligação dela, em que ela se lembra do ex-namorado e justamente quando ele ainda a procura e através das amigas, ele resgata a Carrie de Paris e voltam juntos para NY.

Se ela nunca tivesse ido, talvez ficasse com a sensação de nunca saber como seria, viver esse tipo de experiência “saber”, mesmo que não dê certo, é algo que nos faz crescer, nos torna mais madura.

Arriscar, agir, fazer o seu melhor para que tudo dê certo, na nova casa, no novo trabalho, com o novo namorado ou no novo curso.  Estamos vivendo essas situações o tempo todo, todos os dias das nossas vidas!

Certezas nunca terão se não arriscarmos a vida, sem viver essas experiências seríamos incapazes de tomar melhores decisões ao longo da vida, são elas que vão dando oportunidades de melhores escolhas.


Não há garantia de não dor, de não arrependimentos ou que tudo será calmo e tranquilo. Viver não é isso.

 A Charlotte York é a personagem sonhadora (quem nunca?!), ela sonha em casar, ter filhos e um marido companheiro, vive vários desencontros amorosos, casa-se acreditando que é para sempre, mas em poucos meses de casamento percebe que a realidade não é compatível com seus sonhos.

Quando encontra um novo amor ele não é o príncipe encantado dos contos de fadas, mas ela se apaixona e fica com dúvidas de apresenta-lo para as amigas devido a sua aparência física não ser a do galã dos contos.

Ela vence essas barreiras, afinal de contas o amor fala mais alto, quem nunca teve vergonha de apresentar o namorado novo, apesar de ele ser um cara interessante, mas você tinha medo da reação das suas amigas?

Samantha Jones é a mulher exuberante que não assume a sua idade e jamais pensa em se apaixonar de fato e ter um relacionamento duradouro, ela sai com muitos homens e no final das coisas se apaixona por um rapaz mais novo que ela, quem nunca nesta vida já sofreu preconceito por namorar alguém mais novo ou mais velho? Quem nunca já teve dúvidas se deveria levar o relacionamento adiante devido a sua idade ou a idade do outro?

Já a Miranda Hobbes é uma advogada bem sucedida que ficou grávida do ex-namorado, sem planejar, sem querer, simplesmente aconteceu, ela vive as dificuldades de conciliar trabalho, casa e filho. Como grande maioria das mulheres hoje em dia.

Qualquer semelhança não é mera coincidência, é vida real, são questionamentos que muitas vezes buscamos como respostas para resolver nossas questões diárias.

Quem nunca sofreu de coração partido? Quantas vezes não sabemos lidar com o fim do relacionamento? Quantas outras vezes voltamos e terminamos e voltamos novamente com aquele cara, que muitas vezes não vale um real?


Se vocês não tem sonhos em comum, dificilmente seus sonhos será realizado pelo outro, quando pensamos muito diferente um do outro e não temos nenhum ponto em comum fica difícil manter um relacionamento ou você acaba se anulando e ganhando uma bela tristeza com o passar dos anos.

Todas elas são bem sucedidas em seus trabalhos e vivem confusões e dificuldades ao se relacionar com um homem, trazem várias questões que nós mulheres reais também temos.

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