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Eu gosto de mim do jeito que eu Sou!

Aceitação é um treco complicado, posso dizer que é a difícil arte da aceitação, aceitar não quer dizer que eu vou aceitar sentar e calar.

Não é nada disso, quando eu aceito minhas dificuldades, limitações, eu compreendo que posso agir de outras formas para buscar o melhor resultado em minha vida.

Se eu aceito que meu nariz é grande e feio, eu posso aprender truques de maquiagem pra torná-lo mais bonito quando eu me ver no espelho ou em fotos.

Posso olhar com mais carinho para ele (nariz) e também posso gostar de outras partes que são sensacionais no meu corpo.

Muitas vezes as pessoas confundem aceitação com estar preso a algo ruim. Não tem nada disso. A um labirinto que nunca mais será possível sair.


Acredito que aceitação tem muito a ver em compreender o que posso ou não mudar, se depende de mim mãos a obra, o que não depende nada tenho a fazer e vou viver a minha vida! Exatamente como na Oração da Serenidade (amo).

E o mais triste é que passamos a vida toda muitas vezes esperando ser aceita pelo outro e essa aceitação não vem e a frustração cresce fácil tornando-se erva daninha.

Eu compreendo que é muito difícil quando eu falo que essa aceitação em relação ao seu corpo deve vim de dentro, não o contrário. Mas é possível você se amar, pela pessoa mais especial da sua vida. Você!!

Como tudo na vida é uma caminhada solitária muitas vezes, é olhar bem dentro, buscando autoconhecimento e evolução de suas habilidades.

É descobrimento, você começa descobrindo suas qualidades, valores, pontos fortes e fracos (pontos a desenvolver) e vai mudando, adaptando e revolucionando, quando vê num “plim” de alguns anos lá está você renovada e aceitando-se com muito amor e carinho.

foto google

Isso ficou muito claro em um filme que eu assisti semana passada sobre #autoestima (amo).

Advertência: tem spoiler neste texto...

Filme Penélope.

Sinopse: "Nascida com um focinho de porco, Penélope Wilhern não vive a vida, pois fica trancafiada em casa pela vergonha que tem de si mesma. Acreditando que a única maneira de quebrar a maldição é se casando com alguém de sua própria espécie, ela acaba sendo rejeitada por todos até que dois vigaristas contratam um homem para fingir ser seu pretendente. Complicações aparecem quando ele começa a se apaixonar realmente por Penélope.".

Sabe por que ele se apaixona por ela? Só ela pode vê-lo, ela fica em uma sala com espelho, e eles conversam, ela quer saber mais sobre ele, ambos estão interessados em conhecer o outro sem dar importância para o físico, ele sabe que ela tem alguma questão, mas não imagina como ela é.

foto google

A mãe de Penélope não aceita a sua própria filha com as suas “imperfeições” esconde a menina até os 25 anos, dentro de casa, ela não sabe nada do mundo e nem faz ideia de como é viver no mundão lá fora...

Quem aí já teve uma mãe controladora? Essa é exatamente a mãe de Penélope, ela morre de vergonha do que os outros vão pensar, do os outros vão falar, porque sua filha não é “perfeita” como ela imaginava que seria.

A mãe não aceita a filha e joga toda essa carga e responsabilidade no colo da Penélope, tenho certeza que você já passou poucas e boas com pessoas próximas a você que não aceitam seu corpo, seu jeito de falar, seu jeito de vestir, seu estilo musical!

Conseguem arrumar um casamento arranjado com um mocinho tipo príncipe encantado que morre de nojo da Penélope, mas vai casar porque todo mundo acredita que um casamento, beijo de amor pode cortar a maldição e seu nariz e orelhas de porco vão sumir.

Quantas mulheres matem um casamento falido, ou trabalho sofrido, onde não tem nenhum reconhecimento de seu esforço e valor em seu desenvolvimento pessoal, porque sua mãe ou família diz que “tem que” manter, não pode separar “ele te trai, mas é um bom marido”, “você precisa dele”, “seu sonho de casar, ter filho e uma família como nunca teve não pode ser interrompido” e por aí vai...

É melhor ganhar pouco e ser desvalorizada do que não ter trabalho, ou esse trabalho paga mal mas é concursado, você tem estabilidade profissional, mas o emocional está no pé, quem nunca ouviu essas coisas que atire a primeira pedra!!!

Penélope desiste de casar, diz não para o futuro marido que olha para ela com um olhar de nojo e sua mãe entra em desespero, afinal de contas, depois de muitas tentativas ele foi o único que topou aceitar a filha com nariz e orelha de porco.

“-Mas eu não quero ser outra Mãe.

-Querida, por favor, por favor.

-Eu gosto de mim do jeito que eu sou! (A mágica acontece e o feitiço se desfaz)

foto google

Depois de 25 anos com a minha família... Mas eu tinha que encarar minhas próprias mudanças e apesar de sentir falta do rosto que causou tantos problemas, o mundo tinha seguido em frente, e estava determinada a encontrar o meu caminho e determinada a sempre seguir o meu coração e minha consciência”.

Ela decide aceitar quem ela foi, quem ela se tornou e seguir a vida e os seus desafios sozinha sem nenhum proteção de seus pais.

“-Não dei o que ela queria.

-E o que ela queria?

-Ser livre!

(Beijo)

-Penélope, eu não tenho poder pra quebrar a maldição!

-Tudo bem, acontece que eu tinha!

(+beijo) isso é um spoiler!!

E lá estávamos nós felizes para sempre.

O problema não é a maldição, é o poder que você dá pra maldição!!”. (fim)

foto google

Entende que ficou muito claro, que quando ela se amou como era com seu nariz e orelha de porco e disse isso bem alto para si mesma e para sua mãe ela se livrou da maldição, ela deixou de fazer aquilo ser maior que ela.

Enfim ela se amou!

O que você está esperando para se amar?


“ORAÇÃO DA SERENIDADE
Concede-me, Senhor,
a serenidade necessária para aceitar as coisas
que não posso modificar, coragem para modificar
as que eu posso e sabedoria para distinguir uma da outra
vivendo um dia de cada vez,
desfrutando um momento de cada vez,
aceitando as dificuldades como um caminho
para alcançar a paz,
considerando o mundo pecador como ele é,
e não como gostaria que ele fosse,
confiando em Deus para endireitar todas as coisas
para que eu possa ser moderadamente feliz
nesta vida e sumamente feliz contigo na eternidade.
QUE ASSIM SEJA.”

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Beijocas
ઇઉ Sissa Geller|Silvana Souza de Sá
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Sexo e Autoestima!

Parece que não tem nada a ver um com o outro, mas tem tudo a ver, vamos falar de quanto ter uma autoestima baixa atrapalha e muito na hora do sexo.

Grande parte das mulheres tem uma relação de amor e ódio com o próprio corpo. Isso já não é novidade.

Como despir o corpo diante de alguém, se muitas vezes as mulheres não conseguem se despir ou olhar-se nua diante do espelho?

E colocar uma roupa mais justa, provocante, ou uma roupa intima mais sensual? Muitas mulheres tem dificuldade sim, se escondem atrás de roupas largas, e muitas vezes que não monstra o quanto seu corpo é lindo, não valoriza em nada sua beleza.

Quantas mulheres que você conhece que ama ir a praia ou piscina, mas não vai porque tem vergonha do seu corpo.

Se você mulher tem dificuldades de aceitar seu corpo como ele é, de amar-se da melhor forma, com certeza fica muito mais difícil na hora em que você precisa se despir diante do olhar do outro.

Sem contar as várias mulheres que tem feridas abertas ou cicatrizes de relacionamentos ruins envolvendo o sexo.

Quantas mulheres têm traumas do passado em relação ao sexo? Sim nós somos emoções e quando entramos em um relacionamento esperando algo a mais e isso não acontece, devido não perceber os sinais ou não usar de comunicação assertiva. Geralmente sofremos.

Sim sofremos quando desejamos um companheiro, um relacionamento sério e o outro só quer curtir o momento, um sexo casual, uma amizade colorida.

Esses traumas e outros vão gerando em você mulher bloqueios, esses bloqueios com as questões de baixa autoestima é a fórmula perfeita para infelicidade na vida sexual de qualquer um.

É muito difícil estar em um relacionamento e não se amar em primeiro lugar, não conhecer o próprio corpo, reconhecer em quais partes do seu em que mais gosta e deseja ser tocada.

Complicado para o outro compreender que você não quer estar com ele de corpo inteiro porque sente vergonha do seu próprio corpo. Muitas vezes quem está de fora não entende mesmo.

O que eu quero dizer que tanto o autoconhecimento a respeito de quem você é, é importante também o autoconhecimento através do seu corpo, honestamente isso muitas vezes é mais possível quando estamos em contato com alguma atividade física, é nesta hora em que descobrimos que nosso corpo não nos obedece em nada.

Quando você faz aulas, (vou falar aqui da minha experiência com a dança do ventre), a professora pede para você mover uma parte isolada do corpo, mexa somente isso, ou aquilo, e você pensa que é fácil, mas ai você dá o comando e seu corpo não obedece.

Ele está “enferrujado”, algumas posições na aula de yoga também são mais complicadas de executar no início, depois você tira de letra, ora pois, seu corpo vai se acostumando.

Outra coisa que bato sempre na mesma tecla é a respiração, além de mover o corpo, você precisa aprender a respirar a sincronizar as coisas, tudo tem uma ordem.

Agora me responde tudo isso só é possível com as três palavras que elegi para o ano de 2018 > treinar, treinar e treinar!  Isso quer dizer que quanto mais você entrar em contato com a sua autoestima, com seu corpo, com o sexo, quanto mais estiver envolvida com essas questões. Melhor será!!!

Melhor estará a cada dia, eu sei que nós queremos mágica, estralar os dedos e kabum, realização em menos de um minuto, mas vamos combinar que na vida não é assim!

Os grandes medalhistas das olimpíadas treinam muito, imagino que mais de 8 horas por dias, sete dias por semana, disciplina na alimentação, respiração, dormir e nos treinos.

Quanto mais você fugir do espelho, quando mais você mulher fugir de entrar em contato com o seu corpo e com o sexo, mais difícil será para superar essas barreiras.


Qual é o seu medo? De não ser aceita como é? Mas você se aceita? De não ser como as modelos da capa da revista com photoshop, lindona as capas de revista não são reais. Ninguém é igual a ninguém, cada um tem um tipo de corpo, que segue a biologia e genética familiar. Cada mulher tem a sua Beleza Especial de ser como é.

Pior que não aceitar-se como é com qualidades e defeitos é viver a vida fingindo ser algo que não é. Você nem entra em contato com o que é tampouco se reconhece com todas as coisas que precisa fazer para entrar em um padrão que não existe.

Quando você tem a sua autoestima elevada, juntamente com a sua autoconfiança e assertividade, você se desprende das coisas mundanas, aceita seu ser, ama-se de verdade. Relaxa, respira fundo e aproveita o momento, seja ele na praia, na rua ou diante do outro nu, como exatamente você é.

Esse processo é como fazer gelatina de várias cores, você já fez? Imagine que a gelatina um é de morango, você só pode colocar a próxima na forma quando a primeira estiver consistente, porque se ela estiver como suco vai misturar tudo e ficar uma bagunça.

Assim é sua autoestima, quando ela está elevada, quando você se ama, se respeita e acredita no seu potencial, você pode se abrir para o outro!

Essa liberdade permite que você seja sincera consigo, com o outro e curta todos os momentos especiais diante da sua frente, sem cobranças de como pode ser ou de como será, apenas curte o momento e permite-se sentir prazer e bem-estar.

Segue a vida dando muitos sorrisos, vendo o lado bom da vida, enfrentando os problemas e vivendo com o melhor que você tem sem esperar a tempestade passar para que seja feliz você consegue ser feliz mesmo no meio da tempestade.

Meu desejo para você Mulher, é que descubra seus medos, quem são suas crenças limitantes e pule esse muro, enfrente, siga em frente!

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Você é Feliz Mulher?

Então vamos começar como eu gosto, dando o significado das coisas!

Segundo o dicionário online, FELIZ é: “que está muito contente; que se sente afortunado; que está muito satisfeito. Que teve os seus desejos concretizados; contente. Que obteve um resultado favorável; vantajoso. Que expressa alegria; alegre. Que possui ou demonstra felicidade: situação feliz.”. https://www.dicio.com.br/feliz/

Já FELICIDADE é: “estado da pessoa feliz, satisfeita, alegre, contente: a felicidade do vencedor. Satisfação; sensação real de satisfação plena; estado de contentamento. Estado de quem tem boa sorte: para sua felicidade, o chefe ainda não chegou. Êxito; circunstância ou situação em que há sucesso: felicidade na realização do projeto.”. https://www.dicio.com.br/felicidade/

Sim eu não pensei que ser e estar feliz seriam exatamente assim como eu estou vivendo esse momento. Eu me sinto feliz,  feliz pra chuchu, e eu ainda não tenho todas as coisas que eu imaginava que quando eu tivesse me fariam feliz, eu ainda não tenho carro, aquele apartamento dos meus sonhos no Tatuapé 💓, tampouco um consultório para chamar de meu!

Mas essa sensação e esse momento são tão único, tão valioso, tão mágico que eu não consigo mensurar, não consigo quantificar nem em reais, em dólares ou euros. Simplesmente porque não tem preço, mas tem um valor imenso!

É algo inexplicável, eu ainda não tenho do verbo TER, todas essas coisas, e elas estão do lado de fora, são coisas externas que nos iludem, dão a falsa sensação de que quando eu tiver tudo que eu sonho serei feliz. Só que Nãoooooooo.

“A necessidade é algo de que precisamos para nosso bem-estar. Aquilo que se quer é algo que esperamos que nos faça felizes... Mas com frequência isso não acontece... Eu me sinto bem-sucedido quando consigo o que quero, mas me sinto feliz quando quero o que consigo.” Um minuto para mim, Spencer Johnson.

Não é assim que funciona, é de dentro para fora, o processo vai à contramão do que fizeram a gente acreditar. Ou você já viu o poste fazendo xixi no cachorro? 

Pois é, exatamente isso que fizeram a gente acreditar que para ser feliz eu preciso ter, ter coisas, quanto mais ter eu vou ser feliz, mas essa tal felicidade passa mais rápido como foguete!

Hoje quando eu olhei no espelho, depois de um dia de trabalho e de autocuidados, eu me permiti pintar os cabelos, fazer as unhas e sobrancelhas, sim mesmo cansada no final do dia, quando eu olhei no espelho, eu vi a pessoa linda que sou a pessoa que batalha, que anda, pega ônibus, metrô, às vezes passo mais de 4 horas no trânsito.



Eu vi uma pessoa linda de olhos brilhando, com uma roupa simples que mostrava que meu corpo é bonito como é.

Parece piegas, piada ou coisa de outro mundo, mas não é, é aceitação, aceitação de que eu posso ser feliz com as pessoas que eu tenho na minha vida, com as coisas que eu já tenho invés de olhar a grama do vizinho e dizer que a dele é sempre mais verde que a minha e me frustrar.

O segredo é não correr atrás das borboletas…
É cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas, você vai achar,
não quem você estava procurando,
mas quem estava procurando por você! Desconhecido

Quantas vezes você já se frustrou porque todo mundo estava viajando, carimbando o passaporte e você largada no sofá?

Quantas vezes você ficou triste porque a sua realidade é bem diferente dos sonhos que você tem ai dentro da sua mente?

Quantas vezes você olhou para baixo e se permitiu ficar triste enquanto tinha um arco íris lindo depois de uma chuva bem ali na sua frente.

Quantas vezes você não olhou para o lado e não se permitiu ver quantas coisas boas e sensacional você tem na sua vida?

Quantas vezes você Mulher se permite sentir, sentir o cheiro de café ou uma comida que gosta sentir a chuva molhando seu corpo, sentir seus pés na grama, sentir borboletas nos estomago de paixão, sentir seu filho no colo, sentir dor na barriga de tanto rir, chorar, chorar porque deu errado, chorar porque deu certo, chorar porque o choro já está preso ai faz um tempo e logo mais vai virar uma avalanche.

Começando pela sua família, lembrando que toda família tem dificuldades, às vezes seus pais brigam muito, mas todos são unidos nos apertos que a vida dá.

Outras vezes seus pais são amorosos, mas tem alguém doente ou um caso de vicio na família.



Talvez você sempre tenha estabilidade nas empresas que passa e conhece pessoas que não emplacam nada. Mas essas pessoas tem um suporte que você não tem e não precisa.

Tudo é muito relativo, depende do ponto de vista, de que lado da porta do banheiro você está...

Parece que tudo é como deve ser, aquela história de que ninguém cruza nossos caminhos por acaso...

Enquanto estamos trabalhando muito para comprar o status que a sociedade nos impõe deixamos de aproveitar os filhos, netos, sobrinhos, amigos, irmãos. Ou simplesmente um momento de descontração, porque achamos que para ser feliz é preciso ter, e na verdade a felicidade está logo ali, no café de esquina, na festa de um amigo, no almoço em família.

Esse é momento mágico que a gente insiste em perder quando acreditamos que a felicidade é sempre algo a encontrar quando na verdade ela já está ali.

Se eu pudesse deixar algum presente à você, deixaria aceso o sentimento de amar a vida dos seres humanos. A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo a fora. Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem. A capacidade de escolher novos rumos. Deixaria para você, se pudesse, o respeito aquilo que é indispensável. Além do pão, o trabalho. Além do trabalho, a ação. E, quando tudo mais faltasse, um segredo: o de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída. Mahatma Gandhi

Tudo o que realmente vale a pena saber, eu aprendi no jardim de infância.
Tudo o que hoje preciso realmente saber, sobre como viver, o que fazer e como ser, eu aprendi no jardim de infância. A sabedoria não se encontrava no topo de um curso de pós-graduação, mas no montinho de areia da escola de todo dia.

Estas são as coisas que aprendi:
1. Compartilhe tudo;
2. Jogue dentro das regras;
3. Não bata nos outros;
4. Coloque as coisas de volta onde pegou;
5. Arrume sua bagunça;
6. Não pegue as coisas dos outros;
7. Peça desculpas quando machucar alguém; mas peça mesmo !!!
8. Lave as mãos antes de comer e agradeça a Deus antes de deitar;
9. Dê descarga (esse é importante);
10. Biscoitos quentinhos e leite fazem bem para você;
11. Respeite o limite dos outros;
12. Leve uma vida equilibrada: aprenda um pouco, pense um pouco... Desenhe... Pinte... Cante... Dance... Brinque... Trabalhe um pouco todos os dias;
13. Tire uma soneca a tarde (isso é muito bom);
14. Quando sair, cuidado com os carros;
15. Dê a mão e fique junto;
16. Repare nas maravilhas da vida;
17. O peixinho dourado, o hamster, o camundongo branco e até mesmo a sementinha no copinho plástico, todos morrem... nós também.
Pegue qualquer um desses itens, coloque-os em termos mais adultos e sofisticados e aplique-os à sua vida familiar, ao seu trabalho, ao seu governo, ao seu mundo e vai ver como ele é verdadeiro, claro e firme. Pense como o mundo seria melhor se todos nós, no mundo todo, tivéssemos biscoitos e leite todos os dias por volta das três da tarde e pudéssemos nos deitar com um cobertorzinho para uma soneca. Ou se todos os governos tivessem como regra básica, devolver as coisas ao lugar em que elas se encontravam e arrumassem a bagunça ao sair. Ao sair para o mundo é sempre melhor darmos as mãos e ficarmos juntos. É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão.
O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração, pois a vida está nos olhos de quem souber ver. Robert Fulghum




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Mulher perdas e recomeços!

Quantas vezes ficamos ali chorando as “pitangas” ou o meu parceiro querido, o “leite derramado”...

Quantas vezes perdemos a coragem de encarar a situação e seguir, simplesmente seguir, seguir os planos ou fazer novos planos...

Você Mulher já se deu conta de quantas perdas já teve? Quantas foram às coisas que não saíram como você queria? Tantas outras se perderam no meio do caminho, no meio da mudança.

Perder nos faz parar, seguir em frente a diluir e recomeçar onde paramos ou simplesmente começar algo novo, ou começar algo velho que estava a tempo parado naquele velho sistema “quando eu tiver tempo eu faço”.

Quero falar de tantas coisas neste texto, que não tenho certeza se irão caber tudo que desejo compartilhar com você!

 A gente perde roupa, perdemos amigos que se vão pra outro bairro, outro país, amigos que não querem mais ser nossos amigos ou se vão para a morte.

A gente perde comida vencida que não dá tempo de comer na geladeira. Ou aquelas que a gente pensa quando chegar em casa eu como, mas alguém comeu antes da gente...

A gente perde oportunidade a “bessa” que o tempo não volta pra gente fazer diferente.

A gente perde momentos mágicos com pessoas especiais quando fica fazendo hora extra no trabalho ou diz não para os happy hours da vida.

A gente perde uma boa conversa com um desconhecido no transporte público ou alguém que está pedindo informação, ou na espera de uma fila qualquer, quantas filas a gente pega e teoricamente “perde” tempo...


A gente perde tempo falando horas e horas no celular e deixa de conversar, abraçar pessoalmente, sorrir e dar muitas risadas todo mundo junto e misturado...

A gente perde tempo pensando em tudo o que queremos fazer e não ouvimos o que as pessoas estão na nossa frente nos dizendo...

A gente perde porque que quer, porque não percebe e o mais dolorido quando somos “vacilões”, e a gente perde porque perde, mesmo sem querer, mas a gente sempre pode aprender algo com tantas perdas.

O que você faz depois de uma pequena ou grande perda? Você segue em frente, se refaz? Ou vive em negação como na primeira fase do luto? Vive mentindo pra si mesmo que está tudo bem que é só um momento e tudo voltará ao normal...

Você sente raiva e extrapola ou vai regando ela dentro de si até quando ela não cabe mais e não sabe o que fazer por aonde ir?

Passa grande parte do seu tempo fugindo, barganhando, vivendo a vida como se não houvesse amanhã e tudo parece cada vez mais confuso...

Entra em depressão, sente uma tristeza, um buraco e tantas outras definições, começa a ter medo de tudo, perde o ar, o folego, o rebolado e parece que a vida está sem sal, sem açúcar e sem cor...

Acredita que a culpa de tudo isso é do outro, ou passa seus dias se culpado, por não ter feito, não ter acertado ou sei lá eu porque, mas você vive se culpando e carregando um monstro gigante nas costas...

“às vezes a gente perde, mas a gente ganha, às vezes a gente ganha e perde” – filme Amor além da vida.

Aceitar a perda, perceber que tem coisas que podemos mudar, ok, vamos lá e mudamos, damos o nosso melhor. Aceitar que tem outras que não temos o “poder” de mudar, nada vai fazer voltar e aprender a viver com essa perda.


O que eu posso fazer agora?

O que eu posso fazer diferente?

O que eu posso aprender com tudo isso?

Se não fosse às perdas estaríamos no mesmo lugar, criando raízes na nossa zona de conforto, é justamente a falta que nos faz seguir a diante, seguir.

Só a perda faz a gente refletir onde podemos evoluir melhorar e crescer como pessoas para nós mesmos e para o mundo.

A gente sempre acha que não vai sobreviver, sem o amigo, o namorado, o animal de estimação, sem aquele parente que se foi...

Mas temos o tempo e ele está passando, cada dia a mais é tempo a menos. Como estamos aproveitando nosso tempo?

Quantas horas tem seu dia? Quantas vezes você faz coisas que gosta? Como você está usando seu tempo para cuidar de si mesma Mulher?

Quantas vezes você Mulher já abriu mão e desistiu daquele sapato lindo, mas ordinário que te deixa cheia de bolhas e com o pé moído? Quantas vezes você já desistiu de coisas, pessoas, situações que te dão essa mesma sensação?

Desistir do que não te faz bem, não é fraqueza, é sinal de força, de reconhecimento que não me encaixo mais aqui.



O tempo usado é o inicio, é o nosso melhor hoje que podemos ser e dar,  usado com amor e sabedoria, podemos ter muitas histórias pra contar, de conquistas, perdas, acertos, mudanças e amplidão.

Viver o hoje lamentando as suas perdas e não usando isso a seu favor, faz você criar raízes num solo fértil que não te leva a canto nenhum. Você cria raízes profundas e não consegue ir além.

Recomeçar é pegar as ferramentas que você já tem traçar uma nova rota e persistir com toda a sua força e potencial para:

“Ninguém pode voltar atrás e fazer um novo começo. Mas qualquer um pode recomeçar e fazer um novo fim.”

Recomeçar é dar uma chance pra si mesma, olhar-se no espelho com menos dureza. Apreciar os bons momentos, fazer uma trégua para as reclamações e assinar um contrato de amor-próprio consigo mesma.

Quando estamos com as duas mãos ocupadas ao doar algo, conseguimos ter a mão livre para receber algo novo.

A vida sempre está pronta para nos dar o novo, será que você permite receber? E está aberta para o novo ou agarrada ao que não vai voltar?

5 fases do luto!

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